Pensamento do dia: Audrey Hepburn

flores

“Eu acredito em rosa. Acredito que rir é a melhor maneira de queimar calorias. Eu acredito em beijar, beijar muito. Eu acredito em ser forte quando tudo parece estar dando errado. Acredito que as garotas felizes são as mais bonitas. Acredito que amanhã é outro dia e eu acredito em milagres”.
Audrey Hepburn

O Ciclo

Mais um texto lindo enviado pela querida Bruna Vinsky

BalãoCom os três fatores naturais, nós que estamos vivos, podemos contar e isso é óbvio; nascer, crescer, morrer… e talvez renascer, mas esse ultimo é uma dúvida, um grande segredo, pelo menos para mim que me considero humilde o bastante perante o universo para ousar definir suas leis e formas, logo ele que não gosta de ser previsível e vive em constante mudança.

Vamos por partes, quando um amor começa? Com um olhar, gestos de afeto, gentileza, companheirismo, carinho, compreensão, admiração, respeito… a lista é enorme, cada um pode apresentar uma paleta multicolorida de sentimentos para explicar seus próprios sentimentos, ou não, há também quem veja o quadro torpe de seu amor com uma cor só, outros sabem que a pintura existe mas sentem como se estivessem pela primeira vez na ”galeria de artes” e simplesmente não entendem o que as figuras distorcidas e os tons significam, mas ainda assim sentem e reconhecem ser belo, reconhecem a arte do amor, o estado de amor, o ato de amar.

Já pensei várias teorias e disse tantas coisas sobre o amor… e todas elas deveriam jamais ter sido ditas ou pensadas, foram tolices. O amor não cabe em rótulos nem em teorias, alguns poucos sabem suas verdades e elas nem sempre são agradáveis aos olhos românticos de quem ama.
Hoje eu, que ainda não prendi a calar, volto a lançar mais um de meus pensamentos sobre amor no universo das palavras, depois de muito observar o óbvio, de dormir sobe o simplório véu do ciclo da vida.
O fim é a chave.

A forma como o meio se desenvolve é variante, o começo é sempre singular aos olhos dos amantes… mas o fim? O fim nesse caso é a parte que define a veracidade e pureza do sentimento. E essa frase que não parava de ecoar em meus pensamentos durante a reflexão ”o amor é bom, não quer o mal”, estará ela certa? Se sim somos nós os errados então, nós que permitimos que algo inicialmente bonito e profundamente envolvente se transforme em monotonia e seja tragado pelos jogos furtivos de nossas mentes culminando em um fim geralmente doloroso.
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