Apelidada de Cidade Luz por ter sido o berço do movimento Iluminista, Paris é o típico passeio turístico para quem procura cultura, arte e até um pouco de diversão. A capital francesa está entre os principais destinos da Europa, não é atoa: sua beleza encanta quem a visita.
Diferente de outros passeios dos quais já falei por aqui, a ida a Paris pede um pouco mais de disponibilidade de grana. Até mesmos os Hostels por lá costumam ser mais caros que o normal e os passeios principais também não ficam atrás. Mas ainda assim dá pra passar uma ou outra dica.
O que você não pode deixar de ver
A visita obrigatória ao museu do Louvre, por exemplo, fica na faixa entre 8 e 15 Euros dependendo do tipo de acesso. Mas – aí vai a primeira dica ao mochileiro de hoje – você pode comprar pelo site do Louvre o passe livre para museus. Bem mais em conta, este ticket dá direito à visita a vários museus de Paris, e o mochileiro ainda evita pegar filas.
No Louvre, fiquei maravilhado com a beleza de algumas obras, entre elas a escultura Eros e Psiqué, de Antonio Canova. Além desta, também estão no museu algumas das famosas obras de Leonardo da Vinci, como o sombrio São João Batista e a sorridente Monalisa. E para os fans do bestseller O Código Da Vinci, de Dan Brown, torna-se uma intrigante viagem por um dos cenários mais enigmáticos desta obra literária.
Não poderia deixar de citar a mais famosa torre do mundo. Vale a pena curtir a torre Eiffel a partir do meio da tarde, e esperar anoitecer lá no topo, para ter uma vista perfeita da cidade à noite e conferir de perto o show de luzes da torre. Ali perto dá pra conferir também o Arco do Triunfo e a avenida Champs- Élysées – que pras meninas é o point pra perfumes, e pra rapaziada que curte automobilismo, como eu, lojas das maiores marcas do mundo, como Ferrari e Peugeot, só pra citar algumas.

Comendo baguete feito um parisiense
Ao visitar cidades pelo mundo a gente acaba se deparando com costumes peculiares. Um que me chamou a atenção em Paris foi a mania dos parisienses de comer sanduíches (de 30 centímetros pra cima!) sentados nos gramados dos parques da cidade. Fiz muito isso na minha estadia por lá, e confesso que gostei.
É nesses parques que você acaba conseguindo conversar com turistas e alguns nativos que se dispõem a falar em inglês (outro costume que pude presenciar é a rixa entre franceses e ingleses: os parisienses não ficam muito felizes em se comunicar em inglês, por exemplo). A maior diversão pra mim em Paris foi esta: comer baguete nos parques tomando uma cervejinha. É claro que uma ida a um restaurante, de preferência indicado pelo hotel onde você está hospedado não cai mal (só é caro).

A última dica para o mochileiro de hoje: fiquem ligados na data da Noite Branca, evento que, como já disse aqui antes, acontece em algumas cidades da Europa. Uma noite no ano em que museus, galerias e pontos turísticos ficam abertos gratuitamente à visitação, além de apresentações musicais nativas espalhadas pela cidade (em Paris costuma ser em Outubro). Bon voyage!
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